Questão 134 do ENEM 2014 de Linguagens

Acerto geral
29,0%
Dificuldade
Média
Distrator mais marcado
D
Amostra
5.952.247 alunos
Habilidade
H20

Enunciado

A forte presença de palavras indígenas e africanas e de termos trazidos pelos imigrantes a partir do século XIX é um dos traços que distinguem o português do Brasil e o português de Portugal. Mas, olhando para a história dos empréstimos que o português brasileiro recebeu de línguas europeias a partir do século XX, outra diferença também aparece: com a vinda ao Brasil da família real portuguesa (1808) e, particularmente, com a Independência, Portugal deixou de ser o intermediário obrigatório da assimilação desses empréstimos e, assim, Brasil e Portugal começaram a divergir, não só por terem sofrido influências diferentes, mas também pela maneira como reagiram a elas.

ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006.

Comando

Os empréstimos linguísticos, recebidos de diversas línguas, são importantes na constituição do português do Brasil porque

Alternativas

Clique para revelar a correta.

A
B
C
D
E

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Resolução comentada passo a passo

Gabarito oficial: A

Análise

Análise da questão

Onde a questão está na matriz do ENEM, como os alunos erraram e a partir de que nota ela fica acessível.

Essa era uma questão de alavancagem

Na matriz, ela aparece como uma questão intermediária e separava muito os alunos.

Se você errou, revise com atenção: essa questão separava bastante quem dominava o conteúdo.

Dificuldade

613

Exige mais cuidado na leitura.

Discriminação

676

Boa para separar alunos preparados dos demais.

Acerto geral

29,0%

Mais da metade errou.

1. Onde ela está na matriz?

Separa pouco
Separa razoavelmente
Separa muito
Mais difícil
Desafio pouco diagnóstico
Aprofundamento
Questão decisiva
Intermediária
Baixo sinal
Consolidação
Alavancagem
Mais acessível
Aquecimento
Base segura
Obrigatória

Quadrante atual: média + alta

Melhor custo-benefício para subir nota. Por isso, errar aqui costuma indicar uma falha importante.

2. Onde os alunos erraram?

A alternativa correta era A.

A
29,0%
B
13,6%
C
14,1%
D
24,8%
E
18,4%

Principal armadilha

Entre os alunos que erraram, a alternativa D foi a que mais enganou.

25%

Entre alunos de alto desempenho

A
94%
B
2%
C
1%
D
3%
E
1%

94% marcaram A.

Isso sugere que a questão não era ambígua para alunos fortes.

3. A partir de que nota essa questão fica fácil?

A curva mostra a chance de acerto conforme a nota aumenta.

0%25%50%75%100%22%450–49926%500–54936%550–59957%600–64981%650–69995%700–749100%750–799

Até 550

Zona de instabilidade.

550 a 650

Faixa de virada.

Acima de 700

Domínio mais claro.

Conclusão da curva: a chance de acerto cresce de forma organizada conforme a nota aumenta.

4. Leitura do resultado

Estes sinais usam a posição na matriz, a taxa de acerto e a distribuição das alternativas.

Se você acertou

Acertar aqui é um bom sinal: a questão separava bastante quem dominava o conteúdo.

Entre os alunos de melhor desempenho, 93,5% marcaram A.

Se você errou

Errar aqui aponta um ponto real de conteúdo ou leitura, porque a questão diferenciou bem os alunos.

Acerto geral: 29,0%. Na matriz, ela aparece como uma questão intermediária e separava muito os alunos.

Armadilha da alternativa D

A alternativa D concentrou 24,8% das marcações. Compare-a com A: a armadilha provavelmente está no detalhe que muda a leitura do comando.

A correta A ficou com 29,0% das respostas.

Dados: 5.952.247 respostas. Grupo de alto desempenho: 8.978 alunos. Ranking de dificuldade: 17 de 180.

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